A desobediência do Ensinamento Cristão
O livro mais importante para o cristianismo, sem sombra de
dúvida é a Bíblia, nela estão contidas os mandamentos da Lei de Deus e os
preceitos de Cristo Jesus. Também é o livro que testifica quão grande é o amor
de Deus para com suas criaturas.
Como seria agradável podermos ouvir nas homilias, nas
pregações e nas palestras que Deus nos ama incondicionalmente, que estar
disposto a nos perdoar, que nos abraça com amor paternal misericordioso.
Acredito que ao falar do amor de Deus é uma ação transformadora.
Fico assombrado ao ouvir e ver grupos religiosos
fundamentalista que utilizam do espaço público ou dos púlpitos de suas igrejas
como TRIBUNAL. Eles denominam-se cristãos, leem e releem a bíblia e sem pudor,
sem caridade e sem amor ao próximo, julgam que fulano ou sicrano estão
condenados ao “fogo eterno”, por umas condutas ou estilo de vida, que para este
grupo é interpretado como errados.
Ainda assim, quem somos nós para apontarmos os erros dos
outros? Afinal “um erro na vida não significa uma vida errada”. Porém este
grupo desonra a essência do cristianismo, tira a credibilidade do amor Divino.
Quem dará ouvidos para esta gente? Que não semeiam o amor, mas pelo contrário
semeiam um deus carrasco, punitivo, vingador e destruidor. Eles saem do
contexto misericordioso da bíblia. O apostolo João no capitulo oito diz:
“Dirigiu-se Jesus para o monte das Oliveiras. Ao romper da manhã, voltou ao
templo e todo o povo veio a ele. Assentou-se e começou a ensinar. Os escribas e
os fariseus trouxeram-lhe uma mulher que fora apanhada em adultério. Puseram-na
no meio da multidão e disseram a Jesus: Mestre, agora mesmo esta mulher foi
apanhada em adultério. Moisés mandou-nos na lei que apedrejássemos tais
mulheres. Que dizes tu a isso? Perguntavam-lhe isso, a fim de pô-lo à prova e
poderem acusá-lo. Jesus, porém, se inclinou para frente e escrevia com o dedo
na terra. Como eles insistissem, ergueu-se e disse-lhes: Quem de vós estiver
sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra. Inclinando-se novamente,
escrevia na terra. A essas palavras, sentindo-se acusados pela sua própria
consciência, eles se foram retirando um por um, até o último, a começar pelos
mais idosos, de sorte que Jesus ficou sozinho, com a mulher diante dele. Então
ele se ergueu e vendo ali apenas a mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão os
que te acusavam? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor. Disse-lhe
então Jesus: Nem eu te condeno. Vai e não tornes a pecar”. Vemos que só Deus
tem a autoridade de condenar e mesmo assim não o fez. O evangelho de Mateus
deixa claro: “Não julgueis, e não sereis julgados. Porque do mesmo modo que
julgardes, sereis também vós julgados e, com a medida com que tiverdes medido,
também vós sereis medidos. Por que olhas a palha que está no olho do teu irmão
e não vês a trave que está no teu? Como ousas dizer a teu irmão: Deixa-me tirar
a palha do teu olho, quando tens uma trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a
trave de teu olho e assim verás para tirar a palha do olho do teu irmão”.
Portanto a bíblia não é instrumento de condenação e sim de
vida e como disse o Mestre dos Mestres “vida em abundância”. Então é tão fácil
para alguns grupos falarem e determinarem a condenação ao inferno, de que
falarem olhando nos olhos de um sofredor (a) e dizer, irmão (ã) Deus te ama.
EXTRAIDO DA INTERNET
ENTARDECENDO
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